
O que se pode avaliar do XIX Congresso da SBD – Diabetes 2013 realizado em Florianópolis, pelo levantamento das opiniões, é que o evento foi um sucesso e que contou com a aprovação da maioria dos participantes. Não é apenas uma impressão: pesquisa feita por e-mail com os participantes mostrou 96.9% de ÓTIMO e BOM na avaliação geral do Congresso.
A frente desse evento, os doutores Luiz Antônio Araújo, presidente do Congresso, e Amely Balthazar, presidente da Comissão Científica, trabalham integrados com as várias comissões, resultando no sucesso do congresso.
Foram cerca de 3.500 inscritos e mais de 4 mil pessoas circulando nas salas e corredores do CentroSul, o Centro de Convenções de Florianópolis.
Salas sem problemas de excesso de lotação, corredores amplos na Feira Expositora e no trajeto às palestras, além de uma programação bem distribuída estão entre os pontos que agradaram os congressistas. Outro item que mereceu elogios foi a pontualidade das atividades, o que faz com que fosse possível se programar da melhor forma e demonstrar organização. Sem falar na cordialidade e boa vontade na solução de qualquer solicitação feita às comissões organizadoras.
A montagem da programação, voltada para o dia a dia da prática dos endocrinologistas, chegou a ter sete salas simultâneas, abrangendo desde o uso da tecnologia no tratamento do diabetes às perspectivas das células-tronco. Enquanto o lado mais moderno era abordado, uma sala lotada discutia o tratamento do paciente idoso e como lidar com os diversos problemas associados à idade. Destaques, também, para mesas na área de atividade física com o Dr. Michael Riddel (um dos doze convidados internacionais). Experiência com acampamentos, corridas e esportes radicais, com depoimento dos próprios palestrantes que participam destas atividades.
Seguindo as novas tendências na área de tecnologia, o Diabetes 2013 ofereceu não só palestras sobre o assunto, mas infra-estrutura para os congressistas. Havia wifi aberto para todos os participantes; aplicativo para ser usado nos dispositivos móveis; apresentação de trabalhos científicos em monitores, reduzindo o desperdício
de papel; e a possibilidade de assistir a todo conteúdo das palestras após o evento.
As iniciativas individuais e de associações não foram esquecidas e, mais uma vez, foi montada uma exposição com projetos por todo país foi montada na entrada da Feira Expositora. Era a quarta edição do Vila Brasil, com 60 painéis.
O Congresso ainda contou com grandes premiações, entre elas, o Prêmio Francisco Arduíno, entregue ao ex-presidente Antonio Carlos Lerário de São Paulo. Na parte administrativa foi realizada uma Assembleia Geral com a eleição do presidente 2016/2017, Dr. Luiz Turrati, e a escolha da sede do Congresso em 2017, São Paulo.
A sede do Congresso em 2015, definida em 2011, será em Porto Alegre.
Tudo isso em três dias de atividades que começavam às 8:30h e só se encerravam por volta das seis da tarde. Para o Dr. Balduíno Tschidel, presidente da SBD, o resultado tão positivo só aumenta a responsabilidade e dá mais curiosidade sobre como serão as próximas edições dos Congressos da SBD.






