Andropausa e Reposição Hormonal no Homem
Tipicamente femininos, sintomas como cansaço, desânimo, alteração de humor e sono não estão restritos apenas à mulher durante a menopausa. Os homens também estão propensos a sofrer de alguns males que podem afetar diretamente o seu dia a dia. Também chamada de distúrbio androgênico do envelhecimento masculino – DAEM, a andropausa afeta entre 10 e 20% dos homens e ainda é um assunto pouco debatido no universo masculino. A queda de testosterona ocorre de maneira fisiológica a partir dos 40 anos e se intensifica após os 60 anos. No entanto, o fato de que atitudes como alimentar-se saudavelmente, praticar uma atividade física regular, manter o peso normal, evitar bebida alcoólica e fumo, podem contribuir para minimizar a queda hormonal. Enquanto que as mulheres procuram um ginecologista com frequência e são acompanhadas durante o climatério, os homens, até por desconhecer o assunto, passam a conviver com sintomas muitas vezes confundidos com outras questões que não a andropausa. Sinais como a diminuição do libido, a disfunção erétil, a diminuição de força muscular, o acúmulo de gordura abdominal, cansaço, desânimo, alteração de humor e do sono, e perda óssea nos casos mais graves, levando à osteoporose e fraturas, demonstram o declínio progressivo da produção de hormônios sexuais masculinos e devem ser observados e seguidos por um médico.
Passar por esse período da vida sem grandes consequências e transformar a andropausa em um processo natural é o que o tratamento de reposição hormonal masculina visa garantir ao homem, ao restaurar a força muscular, restabelecer a libido, melhorar o humor, influenciar sobre o metabolismo de carboidratos, entre outros. Durante o tratamento, a testosterona é reposta na forma de gel, adesivo, implante subcutâneo ou comprimido gengival, mas nenhuma dessas formas estão disponíveis no Brasil, onde há apenas formulações injetáveis e via intramuscular, aplicadas a cada 15 a 30 dias ou a forma mais moderna, feita a cada 12 semanas.
Indicações da Terapia Hormonal Masculina (TH)
• Alívio dos sintomas da andropausa;
• Preservação da massa óssea, e da pele;
• Aumentar a massa muscular;
• Melhora do bem-estar geral;
• Preservação da qualidade sexual com melhora do libido e função erétil. Contra Indicações:
• Doença da próstata benigna em atividade
• Síndrome da apneia e hipopnéia do sono
• Hematócrito muito elevado (acima de 52%)
• Insuficiência cardíaca congestiva
Individualização
A testosterona não causa câncer de próstata. Entretanto, ela é convertida em dihidrotestosterona, que tem ação na próstata. Assim a reposição deve ser sempre individualizada e fazer o acompanhamento médico seguido da realização de exames.
Monitorização:
• Logo após o início da TH, o paciente deve retornar em mais ou menos em 3 meses para ajuste da dose da testosterona.
• Depois disto, deve ser reavaliado a cada seis meses e, no mínimo, anualmente;
• Antes e durante a terapia, devem ser pedidos anualmente os seguintes exames: Ultra-sonografia de próstata, e exames de sangue com dosagens de psa, hemograma, colesterol e triglicerídeos, exames do fígado, dosagens hormonais, e Densitometria Óssea.
Conclusão
Embora haja muito que avançar no campo das discussões da reposição hormonal masculina, já é conhecido que a restauração da testosterona pode aliviar os sintomas relacionados à deficiência hormonal, devolvendo o bem estar físico e mental dos homens dispostos a manter uma vida saudável e prazerosa.
Fonte: Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, modificado.
Passar por esse período da vida sem grandes consequências e transformar a andropausa em um processo natural é o que o tratamento de reposição hormonal masculina visa garantir ao homem, ao restaurar a força muscular, restabelecer a libido, melhorar o humor, influenciar sobre o metabolismo de carboidratos, entre outros. Durante o tratamento, a testosterona é reposta na forma de gel, adesivo, implante subcutâneo ou comprimido gengival, mas nenhuma dessas formas estão disponíveis no Brasil, onde há apenas formulações injetáveis e via intramuscular, aplicadas a cada 15 a 30 dias ou a forma mais moderna, feita a cada 12 semanas.
Indicações da Terapia Hormonal Masculina (TH)
• Alívio dos sintomas da andropausa;
• Preservação da massa óssea, e da pele;
• Aumentar a massa muscular;
• Melhora do bem-estar geral;
• Preservação da qualidade sexual com melhora do libido e função erétil. Contra Indicações:
• Doença da próstata benigna em atividade
• Síndrome da apneia e hipopnéia do sono
• Hematócrito muito elevado (acima de 52%)
• Insuficiência cardíaca congestiva
Individualização
A testosterona não causa câncer de próstata. Entretanto, ela é convertida em dihidrotestosterona, que tem ação na próstata. Assim a reposição deve ser sempre individualizada e fazer o acompanhamento médico seguido da realização de exames.
Monitorização:
• Logo após o início da TH, o paciente deve retornar em mais ou menos em 3 meses para ajuste da dose da testosterona.
• Depois disto, deve ser reavaliado a cada seis meses e, no mínimo, anualmente;
• Antes e durante a terapia, devem ser pedidos anualmente os seguintes exames: Ultra-sonografia de próstata, e exames de sangue com dosagens de psa, hemograma, colesterol e triglicerídeos, exames do fígado, dosagens hormonais, e Densitometria Óssea.
Conclusão
Embora haja muito que avançar no campo das discussões da reposição hormonal masculina, já é conhecido que a restauração da testosterona pode aliviar os sintomas relacionados à deficiência hormonal, devolvendo o bem estar físico e mental dos homens dispostos a manter uma vida saudável e prazerosa.
Fonte: Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, modificado.
Disfunção Erétil
Define-se disfunção erétil, ou impotência sexual masculina, como a dificuldade de atingir ou de manter uma ereção suficiente para que a relação sexual seja bem-sucedida. Existem três fatores essenciais para o homem atingir uma função erétil satisfatória: ter disposição para a ereção, alcançar uma ereção rígida e manter a ereção por tempo suficiente para a satisfação sexual. Em conjunto, esses fatores compõem uma ereção de qualidade. Na disfunção erétil, ocorre basicamente o contrário. Quase todos os homens têm alguma dificuldade ocasional, mas conseguem obter e manter uma ereção de qualidade na maioria das vezes. No entanto, se as dificuldades se tornam mais frequentes e as ereções passam a ser menos duradouras, ou ainda se o homem não consegue ter a ereção completa, pode ser que sofra de disfunção erétil. Estima-se que até 30 milhões de homens nos Estados Unidos sofram ou sofreram de pelo menos algum grau dessa disfunção. Algumas situações ou doenças podem favorecer ou causar disfunção erétil, como o diabetes, a hipertensão arterial, a doença cardíaca, o hábito de fumar e a idade.
Fonte: Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, modificado.
Fonte: Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, modificado.